segunda-feira, 3 de maio de 2010

coisas antigas:

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a uma noite de verão

te beijo com meu desleixo,
um kamiquase a se matar num voo rasante,
depois de me revelar, atras da porta do elevador.

a vitrola roda, eu rodo, você me olha.
Costura pensamentos. E meu pano, sujo,
tem o cheiro da gente.
do nosso amor


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Parto
para nascer
e apartir
vivo

VIVA!


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prum dia de caminhada

e se agente inverte a cabeça?
e começa a pensar com sola,
o que sobra?

sem mais consolos,
SOMOS!
todo do dedinho até os ombros

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Você não deu discarga
sinto sua falta
quero sua merda

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novo inquilino

chegou assim derepente
e não me arepende
ao deitar a frágil cabeça no meu ombro
esquece dos assombros passados

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pedras viram tartaturgas,
maracujas psicodélicos me dizem não,
os pássaros me dizem sim, e cantam.

amo na areia
a neblina se opondo a luz
dos elefantes tristonhos

"tudo se chama nuvem,
tudo se chama rio,
tudo que vai nascer."

eu vi em rio grande


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Um restaurante no meio do caminho


O que são chakras no ocidente
senão apenas as chagas
de uma espiritualidade morta

www.chakras.com.br


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Sou niilista de leve
não nasci na rússia
nunca vi neve.

thinho

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